Retrato de como o serviço está indo: o que está em andamento, o que está parado, quanto
tempo cada etapa leva, qual regra está derrubando registro e se os prazos de guarda estão
sendo cumpridos. São apenas contagens e tempos — nenhum cadastro de cliente aparece aqui.
Registros recusados por regra
A trilha de auditoria é selada: cada evento carrega o selo do anterior da mesma conversão.
A conferência recalcula a corrente e acusa qualquer evento apagado, trocado ou reordenado —
é o que permite afirmar, e não apenas confiar, que o histórico não foi mexido.
Softwares de origem
Catálogo dos sistemas legados de onde os dados podem vir. Informe apenas o código técnico
e a versão do sistema: não use nome de cliente nem de pessoa. Os tipos de arquivo marcados
aqui são os únicos oferecidos ao abrir uma conversão com este software.
O modelo é a tradução campo a campo do sistema antigo para o Websac. A IA propõe, você
confere campo a campo, prova com exemplos e aprova — depois de aprovado ele não muda
mais, e mudar exige uma versão nova.
Conversa com a IA
Use a conversa para contar à IA o que os dados não dizem — o que significa cada código do
sistema antigo, qual tabela vale, o que não deve ser migrado. A IA vê apenas o retrato
técnico do banco (nomes, tipos e contagens), nunca o cadastro do cliente, e o que ela
propõe continua entrando como sugestão a ser aceita, testada e aprovada por você. Aqui você
escolhe nas listas em vez de escrever: tabela e coluna saem do banco lido
deste caso, e o resto sai de listas fixas. Não existe campo para digitar texto — é assim
que nenhum dado de pessoa consegue chegar à IA, nem por descuido.
Sugestões da IA
A IA lê apenas o retrato técnico do banco de origem — nomes de tabela e coluna, tipos,
contagens e o formato dos valores em máscara — e propõe documentação, correspondências de
campo, regras de conversão e diagnósticos. Ela não vê o cadastro do cliente, não altera dado
nenhum e não publica regra: cada proposta fica parada até alguém aceitar ou recusar, com
justificativa. A confiança exibida é informativa e não autoriza nada.
Aceitar uma regra proposta a grava no rascunho do modelo junto dos exemplos que a IA
escreveu — e esses exemplos nascem pendentes de revisão: alguém precisa
reescrever o resultado esperado antes de o modelo poder ser aprovado, e a aprovação continua
sendo um ato humano registrado.
Este software de origem não tem nenhum tipo de arquivo que esta instalação saiba converter.
Ajuste os tipos dele em Softwares de origem ou fale com quem opera o serviço.
Nenhum software de origem cadastrado ainda. Cadastre o sistema legado em
Softwares de origem e volte para abrir a conversão.
Do arquivo, esta etapa mostra apenas identificação técnica — rótulo, tipo, tamanho, resumo
criptográfico e prazo de guarda. Nome de arquivo e conteúdo do cliente não são exibidos nem
registrados. O fornecedor, a versão de origem e o tipo vêm do cadastro da conversão, feito
logo acima a partir de um catálogo mantido por quem opera o serviço.
O arquivo é restaurado em um banco descartável, isolado da rede, só para ser inventariado —
e o ambiente é apagado ao fim, com prova. Nada daqui chega ao Websac.
O inventário guarda estrutura (nomes de tabela e coluna do sistema de origem), contagens e
a indicação de onde há dado pessoal — nunca o conteúdo das linhas. A conferência de CPF,
CNPJ, e-mail e telefone acontece dentro do ambiente descartável, e de lá só sai o número de
linhas que casaram com o padrão.
O conteúdo extraído fica embaralhado com uma chave própria desta conversão e não é exibido em
lugar nenhum: esta etapa mostra só o que foi convertido, quantos registros entraram e quantos
ficaram de fora.
O pacote de mapeamento é o conjunto de regras que converte o sistema de origem para o
formato do meio. Ele fica preso à conversão no momento da extração e, depois de aprovado, não
muda mais: alterar exige uma versão nova. A validação confere os dados convertidos contra as
regras do pacote e, quando a base de destino está liberada, ensaia a carga sem gravar nada.
O relatório mostra contagem, motivo e identificação técnica do registro — nunca o conteúdo.
As amostras de cada transformação vêm mascaradas quando o campo carrega dado de pessoa: dá
para ver o que a conversão fez com o formato, e não de quem era o dado.
Nenhuma carga acontece sem esta decisão: aprovar libera o início da carga, devolver manda a
conversão de volta para ajuste do mapeamento. Os dois caminhos ficam registrados na trilha de
auditoria com quem decidiu e quando.
A carga só começa com a conversão aprovada e com a base de destino liberada, e roda em lotes —
um por tipo de cadastro, na ordem em que um depende do outro. Ela acontece em segundo
plano: dá para acompanhar aqui, mandar parar e, se algum registro for recusado, corrigir
no destino e mandar continuar de onde parou.
Falhas por regra
Conferência contra a base de destino
Backup convertido
O backup convertido é a base do cliente pronta para ser restaurada na implantação, no passo
que cria o banco. Ele tem prazo: passado o prazo, o arquivo é apagado e o descarte fica
registrado. Cada download também fica registrado, com quem baixou.
Parar uma carga em andamento não apaga o que já entrou no Websac: o registro de cada
cadastro criado fica guardado, e continuar depois não duplica nada. A conferência compara
o que saiu daqui com o que a base de destino confirma ter — contagem, chave de cada
registro e soma do estoque inicial por loja.